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Estudo mostra que sono ajuda no desenvolvimento cerebral das crianças

Em estudo publicado esta semana na revista Science Advances, cientistas americanos encontraram mais evidências de que a fase do sono chamada de REM — a mais profunda e que costuma abrigar as imagens oníricas — é fundamental para cristalizar as conexões entre neurônios formadas durante o dia, fazendo com que as informações adquiridas quando se está acordado fiquem armazenadas no cérebro. O estudo também reforça a tese de que dormir bem é essencial para o desenvolvimento mental das crianças, o que explicaria por que os bebês passam tanto tempo com os olhos fechados.

A curiosidade sobre o motivo que faz recém-nascidos passarem tanto tempo dormindo, por sinal, foi o que motivou o estudo, conta ao Correio Braziliense o pesquisador Marcos Frank, coautor do trabalho. “Um antigo mistério na biologia é por que os bebês passam tanto tempo no sono REM? E por que nós perdemos todo esse sono REM à medida que envelhecemos?

Não são apenas os seres humanos, todos os mamíferos semelhantes a nós mostram as mesmas mudanças no desenvolvimento”, diz o cientista da Universidade Estadual de Washington. “Surgiu entre especialistas, então, a ideia de que o sono é necessário para o desenvolvimento do cérebro, mas isso tem sido difícil de estudar. Mas é importante investigar essa questão porque, talvez, o mau sono na infância possa ter efeitos prejudiciais sobre o cérebro que duram toda a nossa vida”, completa.

Programa Bem Estar reforça cuidados com o sono

Na segunda-feira (20), o programa Bem Estar, da Rede Globo, tratou sobre hábitos ruins na hora de dormir e uso inadequado de colchões e travesseiros. A fisioterapeuta e educadora física Flávia Gomes Martinez e o ortopedista Alexandre Fogaça deram dicas para ter uma noite de sono tranquila e sem dor.

Alexandre explicou a importância da densidade dos colchões e o programa disponibilizou em seu site a tabela de biotipos, para que os consumidores saibam que tipo de colchão é o ideal para seu peso e altura.

“Em média o colchão dura de cinco a dez anos. Você precisa seguir a orientação do fabricante e ficar de olho se ele mantém as propriedades. Quando o colchão começar a ficar deformado ele deve ser trocado”, orienta o especialista.

A Abicol colaborou com o programa, através de informações que orientaram a produção do programa e a Luckspuma, associada da Abicol, forneceu os colchões e as amostras de espuma apresentados na reportagem.

Confira o programa na íntegra: